KATMANDU | NEPAL

Ritual de Shamanismo em
Katmandu,Nepal

Ritual de Shamanismo em
Katmandu,Nepal

Ritual de Shamanismo é um projeto de fotografia documental realizado em Katmandu, Nepal, sobre as práticas xamânicas ancestrais dos Jhankris — os xamãs nepaleses.

O xamanismo no Nepal é uma tradição espiritual conduzida pelos Jhankris, que recorrem a cânticos, mantras e ao ritmo profundo dos tambores para alcançar estados de transe e comunicar com o mundo espiritual. As oferendas de alimentos, os pós coloridos e os elementos naturais criam uma atmosfera intensamente sensorial, onde cada detalhe tem um significado: agradecer, purificar, estabelecer equilíbrio entre o plano humano e o divino.

Quando estava no Nepal a trabalhar em reportagem fotojornalística para vários jornais, pedi a um colega jornalista que estabelecesse contacto e obtivesse autorização para eu assistir e fotografar um ritual completo em Katmandu. Após muitas tentativas, conseguimos. No início, tive de me sentar encostada à parede como todos os presentes, e só podia fotografar a partir daí. Com o tempo, à medida que as pessoas se foram habituando à minha presença e à minha câmara, fui ganhando mais liberdade de movimento. Para o ritual final, colocaram uma cadeira no meio da sala para eu fotografar a partir daí.

É este tipo de acesso que muda tudo numa fotografia documental — não apenas estar presente, mas ser aceite.

Este trabalho de fotografia documental foi distinguido com o BIFA 2024 — Prata na categoria Analog/Film/Editorial/Jornalismo, e publicado na Lens Magazine em maio de 2024.

Ritual de Shamanismo é um projeto de fotografia documental realizado em Katmandu, Nepal, sobre as práticas xamânicas ancestrais dos Jhankris — os xamãs nepaleses.

O xamanismo no Nepal é uma tradição espiritual conduzida pelos Jhankris, que recorrem a cânticos, mantras e ao ritmo profundo dos tambores para alcançar estados de transe e comunicar com o mundo espiritual. As oferendas de alimentos, os pós coloridos e os elementos naturais criam uma atmosfera intensamente sensorial, onde cada detalhe tem um significado: agradecer, purificar, estabelecer equilíbrio entre o plano humano e o divino.

Quando estava no Nepal a trabalhar em reportagem fotojornalística para vários jornais, pedi a um colega jornalista que estabelecesse contacto e obtivesse autorização para eu assistir e fotografar um ritual completo em Katmandu. Após muitas tentativas, conseguimos. No início, tive de me sentar encostada à parede como todos os presentes, e só podia fotografar a partir daí. Com o tempo, à medida que as pessoas se foram habituando à minha presença e à minha câmara, fui ganhando mais liberdade de movimento. Para o ritual final, colocaram uma cadeira no meio da sala para eu fotografar a partir daí.

É este tipo de acesso que muda tudo numa fotografia documental — não apenas estar presente, mas ser aceite.

Este trabalho de fotografia documental foi distinguido com o BIFA 2024 — Prata na categoria Analog/Film/Editorial/Jornalismo, e publicado na Lens Magazine em maio de 2024.

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