O que me move não é o momento mais estético ou chocante — é o que acontece para além dele. A emoção, o contexto, o esforço humano por detrás de cada realidade.
Ao longo dos anos desenvolvi projetos sobre cultura drag, emergência médica, trabalho humanitário, confinamento pandémico e rituais xamânicos no Nepal. Um olhar de proximidade, construído com tempo e confiança.