documental

DOCUMENTAL

Fotografia Documental

O que me move não é o momento mais estético ou chocante — é o que acontece para além dele. A emoção, o contexto, o esforço humano por detrás de cada realidade.

Ao longo dos anos desenvolvi projetos sobre cultura drag, emergência médica, trabalho humanitário, confinamento pandémico e rituais xamânicos no Nepal. Um olhar de proximidade, construído com tempo e confiança.

Fotografia Documental

O que me move não é o momento mais estético ou chocante — é o que acontece para além dele. A emoção, o contexto, o esforço humano por detrás de cada realidade.

Ao longo dos anos desenvolvi projetos sobre cultura drag, emergência médica, trabalho humanitário, confinamento pandémico e rituais xamânicos no Nepal. Um olhar de proximidade, construído com tempo e confiança.

RITUAL SHAMANISMO​

KATMANDU | NEPAL

AGOSTO 2023

Em Katmandu, quem não tinha voz decidiu acampar na praça até ser ouvido. Montaram tendas, cozinharam, dormiram ali. Exigiram uma lei. E conseguiram-na. Fui fotografar.

Em Katmandu, quem sobreviveu ao conflito armado voltou à rua — desta vez para exigir que os crimes cometidos não sejam perdoados.

Inundações no Vale de Katmandu A 8 de agosto de 2023, chuvas intensas varreram o Vale de Katmandu. Rios transbordaram, ruas desapareceram, comerciantes esvaziavam as lojas com baldes enquanto a água continuava a subir. Uma cidade estruturalmente frágil, exposta mais uma vez à força da monção. Fui fotografar.

Vítor Fernandes / Natasha Semmynova. 24 horas. Uma vida inteira. Duas identidades, uma pessoa INTEIRA.

INEM — Histórias do Limbo Acompanhei as equipas do INEM nas ruas do Porto. No início foi difícil — entrar pela casa das pessoas, câmara na mão, num momento tão delicado. Até perceber que o que queria fotografar era a luta. A partir daí, encontrei o meu lugar.​

CR Hope Foundation Em Zanzibar, 140.000 crianças não têm acesso à escola. Fui fotografar o esforço de quem está a tentar mudar isso.

Quarantena Dubai 2020, durante a Covid-19. Uma fotógrafa portuguesa e uma enfermeira albanesa, confinadas num apartamento durante dez dias. Duas pessoas que mal se conheciam — e uma câmara.

No Vietname, numa praia em Ha Long Bay, observei famílias inteiras a viver um momento — através do ecrã. Quanto mais observava, mais me perturbava uma coisa simples: ninguém parecia estar realmente ali.
Fui fotografar.